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A torcida tricolor é massa!

Por Luciana Amâncio


O Bahia sempre teve um diferencial em relação aos outros clubes, sejam baianos ou brasileiros. Estando na série A, B ou C, o tricolor de aço vem revestido com uma força a mais. É essa uma força estranha? Não, não é. Todos a reconhecem quando ela se mostra através do grito: Bahia, Bahia é minha vida, Bahia é meu orgulho, Bahia é meu amooor! Essa força é a torcida, que acompanha o time onde ele estiver, literalmente.

A maior prova de amor dessa massa foi no ano de 2007, quando o clube obteve a maior média de público das três séries disputadas no Campeonato Brasileiro se encontrava na série C. Esse dado foi divulgado em rede nacional pelos canais televisivos. O fato de o time estar na última divisão do campeonato parecia dar mais gás a essa multidão de tricoloucos.

Quando a equipe anda “mal das pernas”, lá está ela, como uma mãe que grita com o seu filho para que ele não desista, mas para que lute até o fim. Às vezes esse grito é tão intenso que quando acompanhamos o jogo pelo rádio, perdemos vários lances comentados, porque só se houve a voz da torcida massiva ecoar.

Perdendo ou ganhando, não importa. Ela sempre está lá, de prontidão, para apoiar e também reclamar, quando necessário for. Não falta gente para dizer que torcedor do Bahia é descarado, porque o time perde e ele ainda veste a camisa no outro dia, na maior cara de pau e vai para o estádio de novo. Mas a denominação está errada. Torcedor do tricolor não é descarado, é FIEL.

E é justamente essa fidelidade e esse amor incondicional ao clube que não deixa o Esporte Clube Bahia se esvair. E é essa nação responsável pelas emoções e arrepios proporcionados jogo a jogo, através de suas canções e seus gritos de guerra, seja na Fonte Nova, no Jóia da Princesa, no Pituaçu, ou até na Lua. Obrigada nação tricolor, por ser fiel, ou descarada, como queiram chamar, porque pra mim você é massa!!!!!!!!!!

*Imagem: http://www.campeoesdofutebol.com.br/imagens/mascote_bahia.gif

João Roberto: será apenas mais um?

DOMINGO, 6 DE JULHO . EU ESTAVA NA MINHA CASA, COM MINHA FAMÍLIA BATENDO PAPO COMO SEMPRE FAZEMOS. ENQUANTO ISSO, NO RIO DE JANEIRO, UMA CRIANÇA DE TRÊS ANOS LEVAVA UM TIRO NA CABEÇA E MAIS TARDE ENTRARIA EM MORTE CEREBRAL. ASSIM COMO EU, MILHARES DE BRASILEIROS TIVERAM ACESSO A ESSA TENEBROSA NOTÍCIA DIVULGADA EM TODAS AS TELEVISÕES.

MEU DEUS, POLICIAIS FORAM RESPONSÁVEIS PELA MORTE DE UM MENINO E DE QUASE  TODA UMA FAMÍLIA. POLICIAIS QUE EXISTEM PARA DAR SEGURANÇA, PROTEGER AS PESSOAS DE BEM, SÃO RESPONSÁVEIS POR LESÁ-LAS. E NÃO ADIANTA MAIS DIZER: É UM CASO ISOLADO. A PARTIR DO MOMENTO QUE UMA VIDA É PERDIDA, NADA MAIS DEVE SE CONSIDERAR UM CASO ISOLADO.

ESSA FAMÍLIA ESTÁ MUTILADA E  TUDO QUE SE OUVE AGORA DOS RESPONSÁVEIS SÃO PEDIDOS DE DESCULPAS, COMO SE ESSA FOSSE A PALAVRA MÁGICA, PARA QUE JOÃO SE ERGUESSE DO SEU CAIXÃOZINHO E VOLTASSE PARA VIDA A QUAL ELE TINHA DIREITO DE VIVER.

 JESUS QUE CONFORTE E PREENCHA COM SEU AMOR E SUA MISERICÓRDIA O CORAÇÃO DESSE PAI, DESSA MÃE E DESSA FAMÍLIA.

NUMA SOCIEDADE ONDE SER HUMANO VIROU BICHO, SÓ NOS RESTA ESPERAR, A PRÓXIMA VÍTIMA QUE VIRÁ!

O que está acontecendo com a humanidade?

Estamos vivendo em um mundo de cães ferozes. Ninguém reconhece mais a importância da família e do amor para se viver bem. Pai acusado de matar filha, crianças sofrendo abusos sexuais de parentes, violência crescendo estupidamente nas grandes cidades, e outras coisas mais… fatos antes inimagináveis agora tomam conta dos noticiários da televisão.O mundo está chegando ao fim? Não. Não mesmo. O que está se deteriorando é a humanidade, perdeu-se o respeito com a vida.
Filho não reconhece pai, pai não reconhece filho. Nada hoje se resolve na conversa, só na bala, no tiro. Se alguma pessoa pisar no seu pé favor pedir desculpas no lugar dela. Com certeza será o melhor a fazer.

Retornando

Depois desse tempo que passei, sem escrever no blog, me senti incompleta, mas o dia-a-dia às vezes sufoca a gente e não permite que sempre façamos o que temos prazer. Pois cá estou, querendo firmar a promessa de nunca ficar tanto tempo sem aparecer. Vamos lá, mãos à obra, estou retornando!

Mulheres de verdade

“O sinhô foi açoitar sozinho a negra Fulô. A negra tirou a saia e tirou o cabeção, de dentro dele pulou nuinha a negra Fulô. Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! Ó Fulô! Ó Fulô! Cadê, cadê teu Sinhô que Nosso Senhor me mandou? Ah! Foi você que me roubou, foi você, negra fulô?”. Como mostram esses trechos do poema de Jorge de Lima “Negra Fulô”, as mulheres negras brasileiras, na época da escravidão eram tidas como objeto sexual dos senhores de engenho, sendo por conseqüência, odiadas pelas sinhás que as viam como sedutoras. Essas e outras questões contribuíram para a construção de uma identidade negativa dessas mulheres. Mas apesar dessa negatividade, conseguiram e conseguem mostrar seus verdadeiros valores na história brasileira, onde sempre foram vistas de forma depreciativa. O livro, “Viva o Povo Brasileiro” de João Ubaldo Ribeiro, que mostra a verdadeira identidade do povo do Brasil, traz como personagem principal Maria da Fé, mulher e mulata, nascida de um estupro do Barão de Pirapuama (senhor de engenho) com sua mãe escrava, Vevé. Maria da Fé traz todas as questões levantadas no livro, como violência sexual, quando escapa de ser estuprada por brancos, com a ajuda da mãe que acaba sendo assassinada para não permitir que acontecesse com a filha o que havia acontecido com ela; e a memória da África, herdada de sua vó Dadinha, fazendo-a se tornar responsável pela liderança da rebelião popular, no intuito de lutar contra os brancos e em prol de negros e índios.Assim como no mundo ficcional, muitas mulheres guerreiras se destacaram na história brasileira, como Luíza Mahin da Revolta dos Malês ( rebelião de negros muçulmanos contra a Igreja Católica e a escravatura) e Maria Felipa, que contribuiu na luta pela independência do Brasil( realizada na Bahia), ao enfrentar com muitas mulheres os portugueses no século XIX.A partir de histórias como estas, outras aconteceram, provocando uma evolução dessa identidade e hoje a descendência dessas criaturas femininas e baianas, vêm se destacando com movimentos em busca de igualdade, que fazem aumentar a força a cada dia, para conseguir fazer com que as mulheres e os homens, assumam e mostrem a sua identidade sem preconceitos e com orgulho de ser o que é.

Comércio de volta às origens

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Luciana Amâncio

Iniciada na gestão do então prefeito Antônio Imbassahy e tendo continuidade com João Henrique, a revitalização do Comércio está trazendo melhorias ao bairro depois da decadência durante as décadas de 80 e 90 (a exemplo do fechamento do Banco Econômico que marcou negativamente). Um dos setores que mais tem crescido na região é o da educação coma instalação das faculdades Dom Pedro II, Faculdade da Cidade, São Salvador, Instituto de Educação e Tecnologias (INET), e em breve a FIB, que está construindo um campus no bairro. Vários investimentos como estes estão sendo realizados devido aos incentivos fiscais oferecidos pela Prefeitura e pelo governo do estado, dentre eles a isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e da Taxa de Licença de Localização (TLL), durante quatro anos, isenção esta que pode ser renovada por mais quatro. Órgãos públicos como a Justiça do Trabalho, localizada próxima a Praça da Inglaterra, ocupa um prédio com 39 varas e a Secretaria da Fazenda Municipal depois de anos fora do Comércio, retornou com uma unidade próxima ao Museu do Ritmo. Segundo Gonzalo Francisco, que trabalha há cinqüenta anos no Comércio, não há revitalização e sim a vinda massiva de instituições de ensino e órgãos públicos. E em relação aos impostos e ocupação dos prédios, diz que as firmas antigas estão fritas em impostos altos, e os prédios têm salas vazias devido ao aluguel e ao IPTU, que são muito caros. No edifício Estados Unidos, localizado próximo ao Banco Safra, o quarto e o quinto andar servem de depósito e o terceiro encontra-se vazio e o prédio vizinho está abandonado.O investimento em educação tem sido positivo na avaliação dos empresários do setor. Segundo Renato Pinheiro, diretor da Faculdade da Cidade, a instituição seria construída mesmo sem os incentivos fiscais (o projeto de revitalização foi posterior a idéia de construção da instituição), pois a intenção dos empresários era favorecer a cidade baixa, onde não há ensino superior. Porém os incentivos e o fato do prédio ter sido comprado semi-pronto (onde funcionava a antiga sede do extinto Banco Econômico) ajudaram a instituição a baratear os custos e a propor mensalidades mais acessíveis. Bairro gera empregos com novos empreendedoresUm ponto importante da revitalização é a geração de empregos. Com o projeto, o comércio informal foi intensificado, foram abertos pequenos estabelecimentos como copiadoras, lanchonetes, livrarias, lojas de informática, para atender as instituições de ensino. A loja Le biscuit, segundo Cassius Silva, analista de recursos humanos da loja localizada no Bonocô, gerou no início 54 empregos diretos e a Faculdade da Cidade, segundo Renato Rangel, coordenador geral da instituição, possui 170 professores e 140 funcionários. Com o aumento gradativo da operação de telemarketing, o Comércio passou a ter um prédio ocupado pela Contax e por 15 Call Centers. Os trabalhadores, em geral, são convocados pelo Serviço Municipal de Intermediação de Mão-de-obra (SIMM), localizado no próprio bairro, na Rua Miguel Calmon n0 382, Edifício das Seguradoras. Segundo Manuel Alves, responsável por Comunicação e Marketing da Faculdade da Cidade, a instituição tem parceria com o SIMM. O órgão dá preferência em algumas vagas de estágio para os alunos da faculdade, que em breve terão, segundo Alves, na parte exclusiva do aluno, um espaço para realizar a inscrição on-line. Essa preferência é uma exceção, pois as inscrições só são realizadas no próprio SIMM, sendo distribuídas 650 senhas ao dia e os candidatos têm que chegar por voltas das cinco horas da manhã ao local. Outro empreendimento, que contribuirá para a revitalização do Comércio, proporcionando empregos para população e maior quantidade de turistas na cidade é a implantação de dois grandes hotéis de luxo no Comércio (o Hilton e outro sem nome definido), que mesmo sendo de grande porte (normalmente visam arquitetura moderna), preservarão a arquitetura histórica e cultural do local. Segundo, Marcos Cidreira, coordenador do Escritório de Revitalização, é um fato a construção de dois hotéis no Bairro do Comércio. O grupo português Imocon, vai construir um hotel Hilton categoria cinco estrelas, ocupando seis casarões nas duas primeiras quadras ao lado do Mercado Modelo, preservando todo o patrimônio com projetos já aprovados pela Secretaria do Planejamento (SEPLAN). O grupo espanhol Single Home, que já possui mais de 200 hotéis na Europa, escolheu o bairro do Comércio para implantar o primeiro hotel do grupo no Brasil, e este ficará na esquina da Avenida Estados Unidos com a Rua da Grécia no Comércio. Problemas estruturaisOs problemas do projeto aparecem em relação à segurança e habitação. A segurança melhorou com a chegada do 160 batalhão da Polícia Militar, localizado na Praça Conde dos Arcos, ao lado do restaurante SESC. Este batalhão é comandado pelo major Oriosvaldo e conta com mais de 300 policias na área durante 24 horas, com carros, motocicletas e a pé. Apesar disso, segundo George Santos, funcionário da Bahia Ship Agência Marítima, ainda há ausência de segurança e iluminação nas ruas menos movimentadas. Essa situação facilita os assaltos, agressões e até estupros. A habitação é uma situação muito grave. Houve uma época em que a construção de conjuntos habitacionais estava em prioridade no projeto, mas a prefeitura alegou não ter condições de realizar as obras e as considerou inviáveis. No entanto, vários casarões podem ser reutilizados para habitações, proporcionando em partes a reestruturação social, mas o problema é encontrar os proprietários dos casarões que se encontram em estado de calamidade ou ocupados por sem-teto que correm sérios riscos de vida nesses locais.            Segundo Cidreira, a dificuldade de encontrar os proprietários se dá apenas nas encostas, sendo necessário nesses locais, recadastrar os donos dos casarões. Isso deve ser feito em parceria com o Governo Estadual e Federal, desapropriando imóveis abandonados com risco de tombamento, para um melhor aproveitamento desses, trazendo a possibilidade de moradia para a população.

Poluição sonora causa transtornos à população

 As festas de largo são responsáveis por boa tarde das denúncias referentes à poluição sonora, pois incomoda bastante as pessoas que moram nas redondezas, devido às caixas de som que normalmente ultrapassam o limite permitido. Alcir Rocha, chefe de fiscalização ambiental da Sucom (Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município) e responsável pelo controle da poluição sonora, foi palestrante do evento realizado pelas Faculdades Jorge Amado no dia 08 de agosto sobre poluição sonora, e afirmou que o limite permitido para o som é de 70 (dB) das 7 às 22h e 60 (dB) de 22 às 7h, e esse limite equivale a quatro pessoas conversando animadamente.No bairro de Cajazeiras, precisamente em Fazenda Grande II, quadra C, todo domingo das 16 às 21h é realizado um partido alto com a banda “Acima da média”, na praça do local. A festa semanal já foi denunciada há alguns meses pelo barulho em excesso, o que na época não foi de se estranhar, pois a praça está próxima a prédios, a um módulo policial e principalmente, a uma Igreja. Nunca se soube quem realizou a denúncia, pois ao ligar a pessoa se identifica, porém se alguém quiser apurar quem efetuou a reclamação, não vai obter êxito, pois a Sucom não revela a identidade do denunciante, pois no tempo em que era possível fazer denúncia anônima, várias eram falsas.  No entanto, após um tempo sem apresentação na praça, a banda retornou ao seu ponto de origem e trouxe de volta a animação ao seu público. A moradora Marcele Assis, disse: “eu não vou tanto, mas acho legal e minhas vizinhas também”, e revelou em relação à denúncia, que a mesma pode ter sido feita pelos moradores dos prédios, porque muitas pessoas ficam perto destes bebendo. O cavaquinista da banda, Maiquer Lima, revelou que o partido vem até gerando renda, pois com o aumento progressivo de gente acompanhando as apresentações, as pessoas interessadas começaram a vender quitutes e bebidas para adquirir um dinheiro extra. E sobre a suspensão da festa, Maiquer afirmou que para o partido voltar a acontecer foi necessário retirar o alvará na Sucom (que custa R$37,40) e pedir autorização na prefeitura por causa do espaço, porque se trata de via pública.

Apesar da diminuição de reclamações, devido ao trabalho de educação sonora que vem sendo realizado há dois anos pela Sucom nos bairros populares (apesar de segundo a própria Sucom, o bairro da Pituba ter sido o mais denunciado), ainda ocorrem inúmeras denúncias todos os dias devido ao som excessivo seja momentâneo ou prolongado, em obras, meios de transporte, som de carros, festas de largo, carros de mensagens (estes são proibidos) etc. Esses problemas são denominados de poluição sonora, e esta é responsável por perturbar muitas pessoas, além de causar até problemas de saúde como elevação da pressão arterial e dores de cabeça devido ao barulho excessivo, principalmente em garçons, dançarinas e músicos que trabalham em ambientes onde o volume sonoro é grande. O trabalho de conscientização, que pretende atingir a cidade de Salvador inteira, tem o intuito de mostrar as pessoas que para viver em comunidade é necessário haver respeito ao próximo, exercendo à cidadania. Desde 2005, quando iniciou-se esse trabalho, já foram realizadas 15 oficinas em bairros populares com 30 pessoas cada. Atualmente a oficina foi realizada no bairro de Periperi.

Entre as principais causas de denúncia na cidade estão o som em veículos, porque nos dias de hoje vêem-se muitos jovens espalhando caixas de som na mala do carro, dando-se destaque a bares e postos de combustível, onde os mesmos fazem disputa de som uns com os outros para chamar atenção dos que estão em volta e se “divertirem”. Porém, às vezes não fica somente na “diversão” e geram graves problemas. Segundo Alcir, há dois anos no bairro da Boca do Rio, um rapaz atirou em duas pessoas, matou uma delas que era pai de uma criança de dois meses, por causa da mala de som. Casos de violência também já ocorreram com fiscais em postos de combustível, onde os mesmos foram agredidos pelas pessoas que estavam sendo vistoriadas. Desde então, a Polícia Militar auxilia os fiscais no momento da vistoria, para não haver agressão física nem verbal. Além dos policiais, os fiscais contam com a Lei Municipal n0 5.354/98, que torna mais eficiente o controle dos sons na cidade e também o Código de Trânsito Brasileiro responsável por controlar o volume do som dos veículos.   

Parabéns para mim!!

Meu Deus aqui estou completando mais um ano de vida! É tão bom viver e acompanhar o próprio desenvolvimento carimbado por datas como essa. Cada ano de vida é uma vitória, uma graça concebida. Acordei com o beijo do meu irmão que dorme comigo todas as noites. Depois vi painho, mas ele me parabeniza às sete e meia (horário em que nasci). Minha mãe eu acordei cantando parabéns para mim mesma. Já olhei as felicitações no orkut, de amigos, colegas de facul, e conhecidos que se lembraram e se importaram com o meu dia especial. Meu AMOR sei que virá mais tarde porque ele adora dormir mais um  pouco, e já imagino como chegará aqui ( ainda são oito e meia) gritando que  nem louco e agradecendo-me como faz sempre por estar ao seu lado e fazê-lo feliz. Meus amigos e amigas amanhã vêm na minha casa para comemorar mais um ano que encho o saco e alegro a vida deles, e dou conselhos e brigo também!

Hoje,como todos os anos, passo o dia com a minha família em qualquer lugar com tanto que estejamos juntos e felizes!

Bem, cá estou feliz da minha vida por ter tudo que amo: família, amor, amigos, colegas de facul (futuros amigos de infância), adicionado à amor, perseverança, determinação e lealdade a mim mesma!

Feliz Aniversário Lú, luluzinha, bagagem, Raimunda, Pichuca, Luba, Lúpulo, Mainha, enfim parabéns Luciana Amâncio Neves, parabéns para mim!!!!!

Será que a mídia não cansa?

 Depois do pior desastre aéreo do país, com todos que estavam abordo mortos e queimados, a tristeza das famílias parece não sensibilizar ninguém responsável por divulgar essas notícias. Desde que os corpos começaram a ser identificados, até há alguns dias atrás, emissoras mostraram os enterros e sofrimentos inacabados dos parentes das vítimas. O que vale isso, se todos já sabem o que aconteceu? Temos que lutar pelo término desse caos aéreo,lutar por justiça como os próprios familiares querem e exigem, mas não pode-se fazê-lo explorando a agonia e sofrimento alheio, no momento de dar o último adeus a um ente querido, porque perder alguém já e sofrer, mas perder dessa forma é mais que uma tragédia.

Por Luciana Amâncio

Dia triste

acm.jpg Foto:http://images.google.com.br/

Cabeça branca se foi. Quem o amava sentirá saudades, quem o odiava sentirá alívio ou não. Através do povo,  pode-se ver o quanto Antônio Carlos Magalhães era e continuará sendo importante para a Bahia e para os baianos que choram copiosamente por um homem que dedicou sua vida a sua terra, o que para mim é muito importante pois sou apaixonada por esse estado e agradeço a  Deus por ter permitido o meu nascimento aqui. Mesmo não sendo sempre a favor de alguns discursos de ACM, nem eu nem ninguém tem o direito de negar o esforço e a dedicação do mesmo a uma terra que conseguiu progredir muito com a sua ajuda. Ele é  digno de aplausos, se errou como alguns dizem, quem não está passivo de erros no mundo da política? Os escândalos freqüentes estão aí para comprovar! Como já disse não concordava sempre com os discursos dele, e até tomei um pouco de antipatia por causa do meu pai que é carlista doente e não aceitava que eu discordasse de nada referente à ACM, mas digo: a Bahia não será mais a mesma, pois uma grande parte desse espaço político, está indo embora com ele!

 

 

Por Luciana Amâncio

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